Movimento para dentro

Não existe o bem-estar coletivo, sem primeiramente a conscientização individual. Martin Lindstrom, diz que perdemos a cultura da empatia, onde nos ambientes profissionais e corporativos as pessoas estão mais interessadas na própria performance do que em ajudar os outros, causando uma desconexão crescente em falta de conhecimento, entre empresas e o consumidor final. O movimento para dentro, ajuda as empresas em suas práticas nos ambientes internos, acreditando que locais de trabalho com mais empatia, acolhimento, respeito e hospitalidade, trazem mais colaboração, criatividade e melhores resultados financeiros. Além disso, a metodologia Qualidades de Caráter & Propósito, foi criada para ajudar as pessoas nas suas práticas dentro das organizações, trazendo mais coerência entre ação e propósito, dentro da perspectiva que cada ação individual afeta também o coletivo. Assim, o movimento para dentro se conecta em quatro pilares que  são trabalhados isolados ou integrados, de acordo com  o perfil e construídos em conjunto com as empresas e instituições acadêmicas.

Identifica como as empresas, marcas, líderes, gestores ou funcionários se engajam e atuam na prática. A partir de premissas consideradas imprescindíveis para o presente futuro próximo, essa metodologia impulsiona e orienta os discursos e projetos para práticas, que muitas vezes divergem do propósito, comunicação interna / externa, e das redes sociais das empresas. Trazendo para as pessoas, uma maior capacidade de usar com mais eficácia o que se sabe, pois indica as melhores diretrizes nas tomadas de decisões, e por isso são mais inteligentes e bem fundamentadas.

A metodologia “Qualidades do Caráter & Propósito” é vista de forma integrada, em um movimento de valores culturais para dentro e fora, trazendo contribuições para as marcas, funcionários, ambientes e ao mesmo tempo sociedade e consumidores. Como consequência, a metodologia ajuda as pessoas na capacidade de liderança, superação de dificuldades, geração de novas ideias, motivação e criação, trazendo um melhor ambiente na relação das equipes, além da marca ser percebida com mais idoneidade pela sociedade.

As organizações focam mais nas estratégias e também na execução, do que consideraram o que as pessoas pensam e sentem. As mudanças provocam saídas das zonas de conforto intelectual e emocional, trazendo medos e insegurança para as pessoas e equipes. Direcionar esforços em novas práticas, treinar novas habilidades, inserir novas tecnologias ou pedir aos funcionários novos resultados não surtem efeito quando um valor cultural impede, funcionando como uma barreira. Transformar ou adaptar uma empresa, também depende da transformação de indivíduos – começando pelos líderes e pelos gestores que são influenciadores . Pensando nisso, a Adaptalidade Organizacional e Cultural, por meio da antropologia, ajuda neste processo Identificando o principal valor da cultura interna nas empresas, valorizando os principais atributos que a torna única, mediante um mundo tão globalizado. E ao mesmo tempo, ajuda a identificar e quebrar a cultura que esteja travando, possibilitando atualizações e ativações de novos valores culturais que serão aderidos e construídos dentro das empresas. Como resultado os projetos e trabalhos são praticados de forma próspera e fluida, possibilitando a entrada da inovação e da disrupção.

A Cultura da Hospitalidade ajuda empresas, marcas e pessoas, identificando e trabalhando o senso de pertencimento, e ao mesmo tempo a aceitação à diversidade dentro das organizações e espaços de consumo como shoppings, lojas, restaurantes, galerias, livrarias, ambiente digital, entre outros. As tendências atuais exigem, e não mais como um diferencial, lugares, que tragam a sensação de bem estar e segurança, garantindo experiências agradáveis, memoráveis, atualmente fator crítico de sucesso.

É imprescindível reforçar os laços de hospitalidade em lugares (físicos ou emocionais) que tenham problemas ou questões. Por isso, a Cultura da Hospitalidade foi pensada em quatro pilares:

1

Identifica o valor cultural de hospitalidade e de não hospitalidade presente no lugar, nas práticas de consumo, entre os clientes, ou nas relações internas dentro das empresas.

2

Compreende a dimensão de atenção e frequência da hospitalidade.

3

Define e Planeja a hospitalidade entre acordos ou ajuda mútua, definindo parâmetros de retorno.

4

Compreende e trabalha os vieses negativos, incentivando dentro ou fora das empresas o respeito as diferentes identidades, formas de pensar e a liberdade de expressão sem julgamento, estigmas e pré-conceitos. Garantindo, assim que todos se sintam confortáveis, seguros e felizes nas suas experiências.

É um espaço destinado à workshops para a criação e construção de conhecimentos, projetos, ideias, marcas, produtos e serviços a partir do cenário atual: alta complexidade social, criatividade, e restrição de recursos financeiros, em formato individual ou coletivo. O objetivo é ser um espaço para ideias e criação de projetos, podendo no final do workshop, ser adaptado ou implementado pela empresa. 

Economia Criativa com Ferramentas de Marketing

O Espaço Piloto-Economia Criativa com ferramentas de Marketing, incentiva estímulos de modelos mentais de coisas ou situações que ainda não existem, para a exploração de novas abordagens, indo além dos precedentes e alternativas conhecidas. A partir de um ambiente de acolhimento ao humano (o errar, criar, debater, compartilhar, dialogar e testar). Os intangíveis são vistos como importantes ferramentas estratégicas de negócios: a identidade e cultural local, a inclusão social, a diversidade, a sustentabilidade – não só ambiental, mas das marcas, produtos e serviços e no próprio formato de novos modelos de negócios.

Cultura Criatividade Sustentável

A criatividade tem sido considerada uma das mais importantes ferramentas de superação dos desafios crescentes e é fundamental para o tempo atual. O Workshop Criatividade Sustentável, ajuda as empresas trabalhando a criatividade individual e coletiva , em projetos que contemplem a geração de ideias para questões e problemas específicos, criação e adaptação de marcas e produtos, projeção de novos formatos de vendas, projetos- piloto, entre outros. Assim, as dinâmicas partem da premissa de trazer a mentalidade criativa , considerando o “cérebro criativo” (Inventor, criativo e holístico, diferente, não familiar, devagar , original, experimental) juntamente com o “cérebro lógico” ( Sobrevivência, conhecido, familiar, categórico, pensamento ordenado, linear, rapidez, sensato e sensor).

Quando necessário, O workshop considera também se os ambientes corporativos estimulam suficientemente a criatividade dos seus líderes, gestores e funcionários, e se a mesma é utilizada com todo o seu potencial nas suas rotinas. Como consequências, as pessoas criativas fazem com que os ambientes sejam mais livres, aumentando a capacidade de articular limites e flexibilidade pessoal, da mesma forma o senso superior de autonomia, e projetos de maior qualidade.

É baseado nos pilares:
1) A matéria bruta para a criação é a combinação entre o repertório individual mais a experiência profissional
2) As ferramentas dentro do processo criativo, e da originalidade são as ideias formadas entre o novo e o conhecido .
3) As perguntas são mais importantes do que as respostas.
4) Aimportância da imaginação (tempo livre, devagar e profundo, mindfulness, artista interior)
5) Aprendizado sobre as ideias e imaginação, selecionando o que é útil para o momento, dentro de um contexto
6) “O Fracasso amigo”, do coelho Oswald até o Mickey Mouse.

Alfabetização Visual

As imagens estão em todos os lugares e mesmo nos representando individualmente e profissionalmente, ainda assim, sabemos muito pouco sobre como interpretá-las. O Workshop Alfabetização Visual a partir da antropologia visual, comunicação visual e fotografia, fornece alicerces para uma interpretação coerente entre imagem, representações e significados dentro de um contexto cultural contemporâneo.

O Workshop é construído a partir de uma demanda especifica de uma empresa, marca, produto, serviços, campanha publicitária, entre outros ou uma questão específica incluindo as redes sociais, profissionais ou institucional.

O Workshop, trará para as empresas e funcionários um maior entendimento e leitura das imagens, aumentando a relevância e coerência das comunicações das marcas, empresas e funcionários, e também nas redes sociais. Alguns temas propostos são: Criação de bio interpretação de imagens sobre valores culturais, percepção de marcas, selfies e auto retrato, a economia da experiência, diversidade, inclusão social e rompimentos de paradigmas.

Parceria: Ricardo Pimentel

Aprendizados 360 graus

Para cada término de um workshop, ou pesquisa é apresentado para o grupo que participou, o percurso com os principais aprendizados e valores, potências, dificuldades, medos e inseguranças do grupo. Funciona como o bastidor de um filme, e quando esse conteúdo volta para o grupo envolvido, traz uma fonte de conhecimento rica, com insights sobre valorização dos pontos importantes e de melhorias, possibilitando reflexões e aprimoramentos individuais e coletivos.